EDUCAÇÃO
Educação
No princípio, a escrita era cuneiforme, com os símbolos
na forma de cunhas aplicados em placas de argila.
Depois, os egípcios criaram o ideograma e o rolo
de papiro, entre 4000 e 3000 a.C. Por volta de1700
a.C., os fenícios iniciaram o desenvolvimento do
alfabeto. No século XV desta era, foi criada a imprensa.
No início do século 21, cerca de 25,1% da população
do mundo ainda é analfabeta.
A partir de 1970, os primeiros computadores pessoais
foram produzidos para consumo massivo. Em 1991,
a rede mundial de computadores foi aberta para uso
comercial. Existem hoje na Internet mais de 1,5
bilhão de páginas. Quase 2 milhões são adicionadas
todos os dias. Cerca de 95% da população mundial,
porém, não participa da rede digital.
A informática é um novo estágio da comunicação entre
os homens e da transmissão de conhecimentos e informações.
A revolução tecnológica implica também em mudanças
em toda a ordem econômica. O analfabetismo digital
já está desencadeando um tipo novo de exclusão social
e de desigualdade entre os países.
De acordo com relatório da ONU, os governos devem
urgentemente aumentar o acesso à tecnologia. A explosão
do comércio eletrônico une pessoas, firmas e países
cada vez mais, enquanto aqueles que não se incorporarem
ficarão mais e mais marginalizados.
Para o Brasil, a urgência em alfabetizar digitalmente
soma-se à dívida social com respeito à alfabetização
convencional. São dois desafios que hoje se sobrepõem.
A alfabetização é um princípio básico da cidadania
que Campos Gerais ainda não conquistou para 13,3%
dos seus habitantes. Fora isso, 29,4% da população
da cidade é formada por analfabetos funcionais -
pessoas que não completaram os quatro primeiros
anos do ensino fundamental. Além de ser um direito
assegurado pela Constituição, a alfabetização, bem
como a educação regular, seria crucial para que
a cidade implementasse o crescimento econômico.
A
única maneira de eliminar a desigualdade é dar igual
oportunidade para todos. E educação é a oportunidade
fundamental. O que não pode, é dizer: só a educação
resolve. Mas, em sociedades em que crianças talentosas
não têm oportunidade, falar em crescimento é delírio.
Precisa
mudar a mentalidade da sociedade. Precisamos de
uma revolução educacional. A educação é uma oportunidade
que perdemos. Poderíamos ser hoje muito mais desenvolvidos
se tivéssemos investido em educação no passado.
Mas é também uma oportunidade que não vai embora.
As pessoas continuam nascendo e precisando dela.
Escola Estadual Professor Eduardo Daniel Ferreira
Dias - 1º e 2º grau
Escola Estadual Monsenhor
Teófilo Sáez - 1º grau
Faculdade e Colégio
Santa Luzia
Carlos Góis - Pré,
1ª à 4ª série
Escola Estadual Prof.
Joaquim José de Oliveira - Pré, 1ª à 4ª série
Escola Estadual José
Augusto de Mesquita - Pré, 1ª à 4ª série
Escola Estadual Pe.
Antonio Vieira (Dis. de Córrego do Ouro) - Pré,
1ª à 4ª - 5º à 8ª
Escola Infantil Estrelinha
Dourada
APAE
AAMAE